Maguito deixou ‘escorrer algumas lágrimas’ ao ser informado que foi eleito prefeito de Goiânia, diz filho

Filho de Maguito Vilela (MDB), Daniel Vilela contou que o pai deixou “escorrer algumas lágrimas” ao saber que fora eleito prefeito de Goiânia, na noite de domingo (29). Segundo ele, após reduzirem o nível de sedação do político, que está há mais de um mês internado em tratamento contra a Covid-19, o informaram da vitória nas urnas. No entanto, de acordo com Daniel, por causa do tipo de sedativo, o pai já não deve se lembrar de ter recebido a notícia.

“Ontem foi um dia especial não só pela eleição, mas de notícias muito boas sobre a recuperação dele. Foi reduzida bastante a sedação. Ele chegou a ficar bem acordado, à noite foi até comunicado a ele que ele havia ganhado a eleição, e ele acabou [deixando] escorrer algumas lágrimas, chegando a ficar emocionado”, disse.

Maguito segue internado, nesta segunda-feira (30), no Hospital Albert Einsten, em São Paulo (SP). Ele foi hospitalizado em Goiânia há quase 40 dias, após ser diagnosticado com Covid-19. Com a piora no quadro, foi transferido para a capital paulista para continuar o tratamento, onde está desde 27 de outubro.

O pneumologista Marcelo Rabahi, que vem acompanhando o quadro de saúde de Maguito, analisa se o paciente já pode passar por um teste para ver se consegue respirar sem ajuda de aparelhos. Segundo o médico, essa avaliação deve ser feita até terça-feira (1°).

“Os exames de ontem foram muito bons. Estamos decidindo se faremos o teste de 12 horas sem a ECMO [aparelho externo ligado ao corpo que ajuda na respiração] hoje ou amanhã. Há uma semana ele precisa da máquina só para retirada do gás carbônico, ou seja, há dias que ele já consegue inalar o oxigênio sem ajuda”, detalhou.

O médico explicou que a inflamação no pulmão de Maguito é o que o mantém internado. Para o pneumologista, “há indícios de que ele está se recuperando” dessa condição.

Histórico de internação

O político testou positivo para o coronavírus em 20 de outubro. Dois dias depois, foi internado em um hospital de Goiânia.

Em 27 de outubro, ele recebeu diagnóstico de até 75% de inflamação nos pulmões e um alerta para o nível crítico de saturação de oxigênio no sangue. No mesmo dia, foi transferido para São Paulo.

Em 30 de outubro, Maguito foi entubado, pela primeira vez, após piora no quadro respiratório. Em 8 de novembro, ele voltou a respirar sem o equipamento. O político apresentou piora e voltou à ventilação mecânica em 15 de novembro, dia da votação. Dois dias depois, o candidato iniciou o tratamento respiratório com ECMO.

Com títulos e ótimos números, Bruno Henrique completa 100 jogos pelo Flamengo: “Mudou minha vida”

Bruno Henrique completa nesta terça-feira, contra o Racing, 100 jogos com a camisa do Flamengo. O atacante foi contratado no início de 2019 e, logo no primeiro ano, se tornou um dos protagonistas do time que entrou para a história ao conquistar títulos como o da Libertadores e Brasileiro.

Com contrato até o fim de 2023, Bruno Henrique ainda tem a chance de aumentar ainda mais seu currículo com a camisa do Flamengo. Atualmente ele é o artilheiro do time na Libertadores com quatro gols.

– É um orgulho enorme chegar a esta marca com o manto do Flamengo. Fui muito feliz desde o primeiro dia, criei uma relação muito forte com o clube e com a torcida e pude marcar meu nome na história com títulos e gols importantes. Só posso agradecer por tudo o que venho vivendo aqui e que ainda possamos comemorar muita coisa juntos – disse BH.

Bruno Henrique após a conquista da Libertadores contra o River Plate — Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Bruno Henrique após a conquista da Libertadores contra o River Plate — Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Os números do atacante comprovam a importância que tem para o time, tanto na hora fazer gols quanto na de deixar os companheiros na cara do gol. A parceria com Gabigol é um caso à parte. E a importância do Flamengo na vida do atacante também se tornou singular.

– O Flamengo é sem dúvidas o clube com o qual criei minha maior identificação. Por tudo o que vivemos aqui, por tudo o que conquistamos e construímos juntos desde a minha chegada. São quase dois anos muito intensos e dos quais muito me orgulho. O Flamengo mudou a minha vida e eu sinto que também contribuí para este momento tão marcante na história do clube – afirmou.

Além dos títulos, Bruno Henrique conquistou prêmios individuais durante sua trajetória no Flamengo, como o de melhor jogador da Libertadores 2019 e o de Craque do Brasileirão 2019.

Infográfico: Bruno Henrique 100 jogos pelo Flamengo — Foto: ge

Infográfico: Bruno Henrique 100 jogos pelo Flamengo — Foto: ge

Raúl Jiménez sofre fratura no crânio, passa por cirurgia em Londres e tem condição estável

Após sair de maca e ser substituído no início do jogo contra o Arsenal, no último domingo, o atacante Raúl Jiménez, do Wolverhampton, teve constatada uma fratura no crânio e passou por cirurgia em um hospital de Londres, onde está em condição estável.

Raul Jimenez e David Luiz Arsenal x Wolverhampton  — Foto: Reuters

Raul Jimenez e David Luiz Arsenal x Wolverhampton — Foto: Reuters

Na manhã desta segunda-feira, o clube do jogador mexicano publicou uma mensagem de apoio ao artilheiro da equipe.

– Raul está confortável após uma operação na noite passada, que ele foi submetido a um hospital de Londres. Ele tem nosso amor e apoio ao iniciar um período de recuperação. Estamos todos com você. Raul está confortável após uma operação na noite passada, que ele foi submetido a um hospital em Londres. Ele tem nosso amor e apoio ao iniciar um período de recuperação. Estamos todos com você – escreveu o Wolverhampton em sua conta oficial no Twitter.

De olhos fechados, Raúl Jiménez recebe oxigênio na maca depois de choque de cabeça em Arsenal x Wolverhampton — Foto: REUTERS/Catherine Ivill

De olhos fechados, Raúl Jiménez recebe oxigênio na maca depois de choque de cabeça em Arsenal x Wolverhampton — Foto: REUTERS/Catherine Ivill

Cavani pode levar gancho de até três jogos por usar termo racista em rede social

Após ter sua melhor atuação desde que chegou ao Manchester United, com dois gols e uma assistência na virada sobre o Southampton, o atacante Cavani pode ser suspenso pelo uso de um termo racista nas redes sociais. A Federação Inglesa abriu uma investigação sobre uma postagem do uruguaio, na qual ele agradece os elogios de um seguidor usando a expressão “Obrigado, negrito”. Ela foi apagada depois.

De acordo com o “The Guardian”, Cavani pode receber uma suspensão de até três jogos se a FA considerar que o atacante utilizou linguagem discriminatória com “referência à origem étnica, de cor, raça ou nacionalidade”. Se a investigação prosseguir, o uruguaio será chamado a enviar sua defesa por escrito até a próxima semana.

O jornal inglês indica que o fato de a postagem ter sido apagada não ser como atenuante, lembrando o caso envolvendo Bernardo Silva, meia do Manchester City, na temporada passada. O português levou um jogo de gancho após postar uma foto do companheiro de equipe Mendy, o comparando a um desenho de uma marca de chocolate espanhol.

Outro caso lembrado pelo “Guardian” envolve exatamente o termo usado por Cavani. Em 2011, Luis Suárez recebeu oito jogos de suspensão depois de chamar Evra de “negrito” durante um confronto entre Liverpool e Manchester United. O atacante tentou se defender apontando que tratava-se de um termo carinhoso, mas a FA não hesitou em aplicar o gancho pesado.

Julgamento por corrução do ex-presidente Sarkozy é retomado na França

O julgamento do ex-presidente francês Nicolas Sarkozy por corrupção e tráfico de influência recomeça nesta segunda-feira (30), após um falso início na semana passada.

Tudo estava pronto no tribunal de Paris em 23 de novembro para a abertura deste julgamento sem precedentes. Um dos três réus, Gilbert Azibert, pediu um adiamento, alegando que sua saúde estava em risco com a pandemia de coronavírus.

Depois de ordenar um exame médico que determinou que sua condição é “compatível” com seu comparecimento, o tribunal rejeitou sua demanda, na quinta-feira passada, convocando esse ex-magistrado sênior de 73 anos a estar “pessoalmente” na audiência desta segunda.

“O tribunal adotou sua decisão, que se impõe”, registrou em ata o advogado Dominique Allegrini, ao final da audiência, perante a imprensa.

A 32ª Câmara Correcional está programada para começar a partir das 13h30 (9h30 em Brasília) a análise deste caso inédito. É a primeira vez que um ex-chefe de Estado será julgado na França por corrupção.

Antes de Nicolas Sarkozy, de 65 anos, apenas Jacques Chirac foi condenado em 2011 pelo caso de empregos fantasma na prefeitura de Paris, quando era prefeito, embora nunca tenha comparecido ao tribunal por questões de saúde.

Sarkozy, presidente entre 2007 e 2012, compareceu na segunda e quinta-feira.

“Não tenho a intenção de deixar que me condenem por coisas que nunca fiz”, declarou, antes do julgamento, descartando que tenha sido “corrupto” e denunciando um “escândalo”.

Aposentado da política desde sua derrota nas primárias de direita em 2016, embora continue a manter sua influência no partido conservador Os Republicanos, Nicolas Sarkozy pode ser condenado a dez anos de prisão e a pagar uma multa de um milhão de euros por corrupção e tráfico de influência. O mesmo vale para os demais réus, acusados de violação do sigilo profissional. Todos rejeitam as acusações.

Entenda o caso

Neste caso específico, Sarkozy é suspeito de ter tentado corromper, junto com seu advogado Herzog, Gilbert Azibert, quando ele era juiz do Supremo Tribunal da França.

Segundo a denúncia, o ex-presidente tentava obter informações protegidas por sigilo, e influenciar o processo aberto nessa alta instância judicial relacionado ao caso Bettencourt.

Em troca, teria ajudado Gilbert Azibert a obter uma posição de prestígio a que aspirava em Mônaco.

Conhecido na França como o escândalo das escutas telefônicas, este caso surgiu por outro que há anos afeta Sarkozy, o das suspeitas de financiamento da Líbia a sua campanha presidencial de 2007.

Por France Presse

Os polêmicos testes de virgindade e kits de ‘reparo de hímen’ vendidos no Reino Unido

Polêmicos “testes de virgindade” estão sendo feito em mulheres em clínicas médicas privadas britânicas, mostra uma investigação do programa de rádio Newsbeat e do projeto 100 Women (100 Mulheres), ambos da BBC.

Os exames intrusivos são considerados uma violação dos direitos humanos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização das Nações Unidas (ONU), que querem sua proibição.

Os testes — que envolvem um exame vaginal para verificar se o hímen está intacto — não têm base científica, não podem provar se alguém é virgem e podem ser uma forma de abuso.

A investigação da BBC encontrou também várias clínicas privadas anunciando procedimento de “reconstituição da virgindade” que, quando contatadas, também ofereciam o chamado teste de virgindade por valores entre 150 libras (R$ 1.063) e 300 libras (R$ 2.126).

A BBC identificou 21 clínicas e conseguiu fazer perguntas a 16 delas. Sete confirmaram que oferecem “teste de virgindade” e várias outras não quiseram prestar esclarecimento.

Todos disseram que oferecem cirurgia de reparo do hímen, que custa entre 1,5 mil libras (cerca de R$ 10 mil reais) e 3 mil libras (cerca de R$ 21 mil). Dados do NHS (o serviço de saúde pública britânico) mostram que 69 procedimentos de reparo de hímen foram realizados na Inglaterra nos últimos cinco anos.

TV do Irã diz que arma usada para matar cientista foi feita em Israel

O canal iraniano em inglês Press TV noticiou nesta segunda-feira (30) que a arma usada para matar o cientista nuclear iraniano Mohsen Fakhrizadeh na semana passada foi feita em Israel, inimigo de longa data da República Islâmica.

“As armas recolhidas no local do ato terrorista (onde Fakhrizadeh foi assassinado) trazem o logotipo e as especificações da indústria militar israelense“, disse uma fonte não identificada à Press TV.

Em Jerusalém, não houve resposta imediata das autoridades israelenses contatadas para comentar a reportagem.

Foto divulgada pela agência semioficial Fars mostra local onde o cientista iraniano Mohsen Fakhrizadeh foi morto na sexta-feira (27) — Foto: Fars News Agency via AP

Foto divulgada pela agência semioficial Fars mostra local onde o cientista iraniano Mohsen Fakhrizadeh foi morto na sexta-feira (27) — Foto: Fars News Agency via AP

No domingo, a agência de notícias semioficial iraniana Fars disse que Fakhrizadeh foi morto com uma metralhadora operada por controle remoto, e o canal em árabe Al Alam TV noticiou que as armas usadas foram “controladas por satélite”.

Na sexta-feira, testemunhas disseram à TV estatal que havia atiradores no local.

Falando antes da publicação da reportagem da Press TV, o ministro israelense da Inteligência, Eli Cohen, disse à rádio 103 FM nesta segunda-feira que não sabe quem foram os responsáveis.

Fakhrizadeh, identificado por Israel como uma das pessoas mais influentes no que afirma ser o empenho iraniano para obter armas nucleares, foi assassinado na sexta-feira quando seu carro foi crivado de balas em uma rodovia próxima de Teerã.

VENCER SEM ÓDIO, BOLSONARO PERDE O TOQUE DE MIDAS, PT E PSDB ENFRAQUECIDOS: 10 PONTOS FUNDAMENTAIS SOBRE A ELEIÇÃO DE 2020

A eleição deste ano deixa alguns recados para 2022, para diferentes forças políticas e possíveis candidatos.

1º. Jair Bolsonaro sai derrotado, embora não se possa afirmar com clareza que isso signifique um enfraquecimento de sua força. Eleição municipal tem pouca correspondência com eleição nacional. Nas cidades, prevalece a preocupação com problemas locais.

2º. Mas… é fato que Bolsonaro não tem mais o toque de Midas que mostrou em 2018, elegendo gente do naipe de Wilson Witzel e deputados tresloucados do PSL.

3º. O DEM e o Centrão foram os grandes vencedores, aumentando bem o total de prefeituras sob seus comandos: DEM (+191), PP (+186), PSD (+114), Republicanos (+105) e Podemos (+72).

4º. O PT de Lula sai fragorosamente derrotado. Não governa nenhuma capital do país e perdeu 74 prefeituras no total.

5º. O PSDB de João Doria manteve São Paulo, mas também sai menor. Foi quem mais perdeu capitais e sai com 285 prefeitos a menos.

6º. O PDT sai como a principal legenda da esquerda, com o maior número de prefeitos, e Ciro Gomes mantendo Fortaleza, com a vitória de José Sarto.

7º. O PSOL sai bem maior do que entrou. Guilherme Boulos conseguiu fazer uma rara frente de esquerda em torno de si. E seu discurso da derrota, em tom de vitória, deu sinais de que ele quer protagonismo em 2022.

8º. O Novo elegeu apenas um prefeito.

9º. A derrota de Crivella entra para a biografia da Igreja Universal e de seu plano de poder, ainda que o Republicanos tenha aumentado em 105 seu número de prefeitos.

E, finalmente, a décima lição, talvez a que carregue mais significado:

10º. Os eleitores deram recado de que gostam também de candidatos educados, polidos, capazes de falar uma frase sem palavrão ou as calúnias, difamações, injúrias e ofensas que vinham marcando a política brasileira nos últimos anos. À direita ou à esquerda, venceu, com exceções, claro, quem soube disputar com civilidade.

Época/ Guilherme Amado

Prefeitos eleitos no 2º turno; FRASES

Veja o que disseram os prefeitos eleitos em 2º turno em 2020:

“As urnas falaram, e a democracia está viva. São Paulo mostrou que restam poucos dias para o negacionismo e para o obscurantismo. São Paulo disse ‘sim’ à democracia. São Paulo disse ‘sim’ à ciência, disse ‘sim’ à moderação, disse ‘sim’ ao equilíbrio.”

Bruno Covas após ser reeleito prefeito de São Paulo, neste domingo (29). — Foto: REUTERS/Amanda Perobelli

Bruno Covas após ser reeleito prefeito de São Paulo, neste domingo (29). — Foto: REUTERS/Amanda Perobelli

“A primeira mensagem que eu queria passar é de agradecimento aos cariocas que foram às urnas e acreditaram nas nossas propostas. Queria também celebrar aqui uma vitória da política. Nós passamos os últimos anos radicalizando a política brasileira. O resultado desse radicalismo certamente não fez bem a nenhum de nós, cariocas, não fez bem a nenhum de nós, brasileiros.”

Eduardo Paes (DEM), eleito prefeito do Rio de Janeiro — Foto: REUTERS/Sergio Moraes

Eduardo Paes (DEM), eleito prefeito do Rio de Janeiro — Foto: REUTERS/Sergio Moraes

Partidos do Centrão vão comandar quase metade dos municípios do país

O grupo de partidos que formam o chamado Centrão, base política na Câmara dos Deputados do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), vai administrar mais de 2,6 mil municípios a partir de 2021, o equivalente a 47% das cidades brasileiras. O número de moradores nesses municípios (cerca de 78 milhões de pessoas), por sua vez, representa aproximadamente 40% da população do país.

O desempenho do Centrão na disputa municipal, que realizou o segundo turno neste domingo (29), é visto com atenção por lideranças políticas de olho nas eleições de 2022. Isso porque o bloco tem capilaridade em centenas de municípios e pode ajudar a mobilizar eleitores na corrida presidencial daqui a dois anos. O resultado das urnas pode também ampliar a força política do Centrão junto ao governo federal.

Entre os 11 partidos que formam o grupo, PP, PSD e PL são as legendas com o maior número de prefeituras. Mas a diferença é pequena. Enquanto PP venceu em 685 municípios, o PSD vai administrar 655 a partir de 2021. O PL ficou em terceiro lugar, com 345 prefeituras.

Embora dispute com o PP a liderança das legendas do Centrão com maior força eleitoral, o PSD está à frente em um conjunto de cidades com maior número de moradores – o total é de aproximadamente 23 milhões. A legenda vai comandar, por exemplo, Belo Horizonte, onde o prefeito Alexandre Kalil venceu ainda no primeiro turno, com 63% dos votos.

A capital mineira é o maior município sob o comando do PSD no país. Entre as grandes cidades, a legenda vai administrar ainda Guarulhos (SP), Campo Grande (MS) e Campina Grande (PB). Já o PP vai administrar Nova Iguaçu (RJ), João Pessoa (PB), Uberlândia (MG) e Rio Branco (AC).

No grupo do Centrão, não foram considerados o MDB e DEM, que anunciaram a saída do bloco em julho. Permaneceram na base de apoio do presidente PP, PSD, PL, PTB, Republicanos, Cidadania, PSC, Solidariedade, Avante, Patriota e Pros.