Deputado Cabo Almi destina 40 mil para entidade que cuida de jovens em estado de vulnerabilidade social

O deputado estadual Cabo Almi, líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, fez hoje (26) a entrega de mais um carro Fiat Uno 4 portas para a Associação Desafio Jovem Peniel de Campo Grande. Este veículo é o resultado de parte de emendas parlamentares destinadas as entidades sem fins lucrativas e que cuida da saúde e do bem-estar de pessoas que vivem em estado de vulnerabilidade social, sobretudo no consumo de substâncias psicoativas, seja do sexo masculino ou feminino.

A entrega foi realizada no final da manhã desta quinta-feira ao Pr Reinaldo Divino dos Santos Gomes, diretor da entidade, que agradeceu o esforço e o reconhecimento do parlamentar em destinar esse veículo que será um instrumento de grande valia para atender a entidade em toda a sua extensão e, possibilitará também o deslocamento da equipe para atender às famílias. O valor da emenda que possibilitou a compra do carro novo foi de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais).

O momento solene da entrega do veículo para a Associação Desafio Jovem Peniel de Campo Grande, contou com a presença do empresário Flávio Moura, filho do deputado Cabo Almi e do Pastor Reinaldo Divino, diretor da entidade e responsável pelo recebimento do carro Fiat Uno.

Conheça um pouco mais da entidade beneficiada com a emenda parlamentar destinada pelo deputado estadual Cabo Almi:
”O Desafio Jovem Peniel é uma associação religiosa, civil de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 16/01/1973 em Belo Horizonte/MG, com filial no município de Campo Grande/MS desde 19/11/1987, tendo como finalidade em consonância com seus propósitos, princípios e orientações cristãs, em seus 33 anos de trabalho, o interesse na promoção integral daquelas pessoas em situação de vulnerabilidade social por conta do uso e abuso de substâncias psicoativas; sejam homens ou mulheres. Neste sentido, em pleno funcionamento, suas atividades como Comunidade Terapêutica, oferece acolhimento humanizado a essas pessoas, contribuindo para que elas possam restabelecer seu padrão de saúde física, mental e espiritual, podendo ser reinseridas no contexto familiar e social. Paralelamente, através do projeto “Família Acolhida,” é oportunizada a família o seu acolhimento na forma de visitas, participação em atividades diversas, reuniões de apoio e orientações; tudo com o objetivo do fortalecimento dos seus laços familiares e o retorno ao convívio familiar do seu ente querido”.

Fux nega pela 2ª vez e deixa Reinaldo sem mais opção para retardar julgamento da Vostok

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, negou, nesta terça-feira (24), pedido da defesa de Reinaldo Azambuja (PSDB) para submeter ao plenário o pedido para sortear o relato do habeas corpus para trancar a Ação Penal 980 no Superior Tribunal de Justiça. Com a decisão, além do pedido continuar com o ministro Edson Fachin, o governador fica sem mais uma opção para postergar o julgamento.

De acordo com Fux, o agravo interno é “manifestamente incabível”. O batalhão de advogados do tucano, representado por sete notáveis, pediu que o pedido para definir um novo relator do habeas corpus fosse submetido ao plenário.

A defesa alega que Fachin não é o juiz natural da Operação Vostok no STF. A prevenção ocorreu porque ele homologou a delação premiada da JBS, que acusou o pagamento de R$ 67,791 milhões em propinas em troca de incentivos fiscais. O esquema criminoso teria causado prejuízo de R$ 209 milhões aos cofres de Mato Grosso do Sul.

Em 2017, o ministro negou o pedido de Reinaldo para ter acesso ao inquérito 1.190 da Polícia Federal. Na ocasião, o governador teve outra derrota ao pedir que o plenário do Supremo homologasse o acordo de colaboração premiada dos executivos da JBS. O recurso foi negado por unanimidade pelos 11 ministros, que consideraram constitucional que a homologação fosse feita por apenas um ministro.

A estratégia de Reinaldo é usar os recursos disponíveis para postergar o julgamento pela Corte Especial do STJ. Caso a denúncia seja recebida, ele pode ser afastado imediatamente do cargo por 180 dias ou até a conclusão do julgamento.

Inicialmente, o governador alegou que a PF não tinha encontrado provas da denúncia de pagamento de propina. No entanto, a investigação concluiu pelo indiciamento de Reinaldo pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e na condição de líder da organização criminosa, junto com o filho, Rodrigo Souza e Silva, do primeiro secretário da Assembleia, Zé Teixeira (DEM), do conselheiro Márcio Monteiro, do Tribunal de Contas do Estado, entre outros.

Para evitar a denúncia pelo MPF, ele alegou que os crimes foram cometidos no primeiro mandato e, então, não haveria foro especial para ser julgado. Neste caso, o sonho do tucano é transferir a denúncia para a primeira instância da Justiça estadual de Mato Grosso do Sul.

Em julho, o presidente do STJ, ministro João Otávio Noronha, negou o pedido para trancar o inquérito até a corte decidir a competência para julgar o caso. Reinaldo aguarda a análise do mesmo pedido pelo relator da Operação Vostok no STJ, ministro Felix Fischer.

Como ele passou a analisar a denúncia oferecida pela subprocuradora-geral da República, Lindôra de Araújo, o tucano ingressou com habeas corpus no STF para que o processo seja suspenso até a Corte Especial do STJ analisar o pedido para enviar a denúncia para o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

No entanto, ele não gostou do relator do pedido, o ministro Edson Fachin. Já recorreu duas vezes para tirar o caso das mãos do magistrado, que tem fama de carrasco com suspeitos de corrupção, mas os dois pedidos foram negados por Luiz Fux.

Enquanto a denúncia se arrasta em Brasília, Reinaldo planeja manter o foro privilegiado em 2022. Ele cogita ser candidato a senador ou deputado federal. Além de não repetir os erros de André Puccinelli (MDB), que acabou preso por cinco meses na Operação Lama Asfáltica, ele quer seguir o exemplo do ex-senador Aécio Neves (PSDB), que se elegeu deputado federal por Minas Gerais e segue em Brasília.

Outro exemplo da dificuldade em se punir um integrante do Congresso Nacional é a deputada federal Flordeliz, acusada de mandar matar o marido, que frequenta as sessões de tornozeleira.

Fux diz que recurso de tucano é incabível e determina que habeas corpus seja julgado por Fachin (Foto: STF)

Fonte: O Jacare

Live da Semana do vereador Otávio Trad volta com dicas para os consumidores

A transmissão terá a participação do subsecretário do Procon Campo Grande, Vinícius Alves Corrêa e do advogado Leandro Provenzano

A Live da Semana do vereador Otávio Trad (PSD) volta nesta terça-feira (24), às 19h, com dicas para os consumidores se prepararem e conhecerem seus direitos durante a Black Friday.

O bate-papo terá a participação do subsecretário do Procon Campo Grande, Vinícius Alves Corrêa e do advogado especialista em direito do consumidor, Leandro Provenzano.
A transmissão ao vivo abordará as dúvidas frequentes nesta época de promoções como troca de produtos com defeito, prazo de entrega, direito de desistir da compra. Também terá orientação para que os consumidores não caiam em fraudes, propagandas enganosas e fakes na internet.
Live da Semana – Com o início do novo coronavírus (Covid-19) em Campo Grande, o vereador Otávio Trad início uma série de transmissões ao vivo nas redes sociais, que se consolidou e se transformou no projeto Live da Semana.
Ao todo já foram realizadas 17 edições. Entre os temas abordados estão saúde, cultura e educação durante a pandemia. “Estamos retornando para dar continuidade a esse projeto que leva informação para os campo-grandenses”, apontou o vereador.
Informações:
Live da Semana: Direito do consumidor na Black Friday
Perfil do instagram: @otaviotrad
Horário: 19h
Assessoria do Vereador Otávio Trad/ Fernanda Palheta Assessora de Comunicação do Vereador Otávio Trad

Com a Reeleição do vereador Ayrton Araújo, eleitor dobra representatividade negra na Câmara de Campo Grande, mas embranquece prefeituras em MS

Os eleitores campo-grandenses dobraram o número de representantes negros na Câmara de Vereadores. A partir do ano que vem, 12 das 29 cadeiras no Legislativo da Capital terão pretos ou pardos

Em 2016, apenas seis vereadores eleitos se declaravam negros. O petista Ayrton Araújo foi o único que conseguiu renovar seu mandato nas urnas.

Isso porque os também reeleitos  (Republicanos), Carlão (PSB) e  (SD) se consideravam brancos em 2016. Passados quatro anos, o trio mudou a declaração de cor ou raça à Justiça Eleitoral.

Além deles, engrossam o número de pretos e pardos na Casa os eleitos Clodoilson Pires (Podemos), Cel. Alírio Villassanti (), Dr. Jamal (MDB), Edu Miranda (Patriota), Junior Coringa (PSD), Professor Riverton (DEM), Ronilço Guerreiro (Podemos) e Silvio Pitu (DEM).

Aos menos um deles, Ronilço Guerreiro, garante que pretende encampar a pauta racial. “Precisamos dar voz ao negro, dar oportunidades, fazer políticas públicas para o negro ter acesso à Cultura, Educação, melhorar a autoestima do negro. Quero ser um vereador provocativo nesse sentido”, diz.

Só 11 pretos ou pardos foram eleitos para prefeituras

Pelo interior, apenas um candidato autodeclarado preto venceu as eleições para prefeito este ano. Marcelo Pé (DEM), que já administra o município de Antônio João, foi reeleito com 50,63% dos votos. A reportagem procurou Marcelo, que não retornou as ligações.

Outros dez candidatos identificados pela cor parda venceram o pleito para prefeito em Mato Grosso do Sul. Assim, negros vão administrar 13,92% das cidades sul-mato-grossenses a partir do ano que vem.

São eles: Dalmy (Alcinópolis), Alexandrino Garcia (Aral Moreira), Japão (Dois Irmãos do Buriti), Léo (Eldorado), Aristeu Nantes (Glória de Dourados), Iranil Soares (Ladário), Edson Moraes (Miranda), Valdir Junior (Nioaque), Buda do Lair (Rio Negro) e Juninho (Rochedo).

Mas o percentual caiu em relação aos eleitos em 2016, quando 16 municípios escolheram pretos ou pardos para a prefeitura. Ou seja, 20,25% do Estado.

Candidaturas negras são maioria no País, mas não em MS

Pardos e pretos foram maioria nestas eleições municipais no Brasil, com 49,9% das candidaturas, contra 48,1% de autodeclarados brancos.

Mas o quadro foi diferente em Mato Grosso do Sul, com 52,25% de candidatos brancos e 42,96% pardos ou pretos.

A Justiça Eleitoral exige a autodeclaração de cor ou raça dos concorrentes desde as eleições de 2014.

Além disso, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) tem se movimentado para promover a igualdade racial na política representativa. Em agosto deste ano, o tribunal decidiu que a distribuição dos recursos do FEFC (Fundo Especial de Financiamento de Campanha), o popular Fundo Eleitoral, deve ser proporcional ao total de candidatos negros dentro dos partidos. O mesmo vale para o tempo de propaganda eleitoral gratuita na televisão, bem como no rádio.

Midiamax/ Jones Mário

Vereador Otávio Trad reforça preocupação com nova regra de educação inclusiva no Brasil

O decreto 10.502, de 30 de setembro de 2020, estabelece a Política Nacional de Educação Especial: Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida

O vereador Otávio Trad (PSD) voltou a destacar a preocupação com nova regra de educação inclusiva no Brasil durante a sessão remota da Câmara Municipal de Campo Grande, nesta quinta-feira (19).

“Quero pedir para que possamos iniciar uma discussão referente ao decreto 10.502, de 30 de setembro de 2020, que versa sobre a educação especial. Tivemos algumas alterações e realmente esse decreto é preocupante, porque em determinados pontos ao invés de incluir segrega”, apontou.

O decreto 10.502, publicado em 30 de setembro de 2020, estabelece a Política Nacional de Educação Especial: Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida e flexibiliza a oferta da educação para estudantes com deficiência. Ou seja, os pais vão escolher matricular os filhos em escolas comuns ou especiais.

“Não é essa a diretriz que nós temos que ter do ponto de vista das pessoas com deficiência, tanto a nível municipal, quanto a nível nacional no que se refere a esse decreto”, completou o vereador.

#PraCegoVer: Fotografia. Vereador Otávio Trad, visto da cabeça até a cintura, com máscaras branca e cinza, de camisa branca. Ele está sentado em frente a uma bancada com um computador enquanto acompanha a sessão remota da Câmara Municipal de Campo Grande. Fim da descrição.

“TRABALHO POR CAMPO GRANDE CONTINUA”, DESTACA VEREADOR PROFESSOR JOÃO ROCHA

Após a sessão ordinária desta quinta-feira (19), o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Professor João Rocha agradeceu a votação recebida e destacou que, após o fim das eleições 2020, o trabalho no Legislativo campo-grandense continua, com a votação de Leis, discussão do Orçamento Municipal para 2021 e outras pautas.

Reeleito com 4.157 votos, João Rocha vai para o quarto mandato como vereador de Campo Grande e aproveitou para agradecer a todos os colaboradores. “Quero agradecer a cada um de vocês que nos acompanharam nessa caminhada, levando às pessoas nossa mensagem de trabalho e compromisso. Conseguimos lograr êxito, essa vitória é de todos nós. A vitória da democracia, da responsabilidade. Que nesse mandato façamos algo muito melhor em benefício da nossa cidade e da nossa gente”, salientou.

Atual presidente da Casa de Leis, o vereador também destacou o trabalho realizado pelos parlamentares nos últimos anos. “Quero manifestar nosso respeito a todos os colegas que compõem esta Casa de Leis. Homens e mulheres honrados que cumprem com seus compromissos. Ainda temos muito trabalho a realizar neste fim de ano, como a votação do Orçamento e de outras leis”, destacou.

Por fim, o chefe do Poder Legislativo Municipal destacou: “foi acreditando sempre na democracia, acreditando na força do trabalho, que nós conseguimos lograr êxito. Vencemos mais uma eleição. Não é só o fato de vencer, mas o fato da responsabilidade assumida, dos compromissos que assumimos, queremos neste mandato fazer o melhor mandato de todos aqueles que nós já realizamos”, avaliou.

Prof. João Rocha comemora avanço no processo de relicitação da duplicação da BR-163

Defensor da duplicação da BR-163, o vereador Prof. João comemorou a notícia do avanço no processo de relicitação de uma nova empresa concessionária para concluir o projeto, tendo em vista que a CCRMS Via tinha como obrigação contratual duplicar os 845 quilômetros da BR-163 em 5 anos, no entanto, foram duplicados até o momento apenas 150,4 km, o que representa 17,7% do total.

O processo para relicitação da rodovia BR-163 está agora sob análise do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos, do Ministério da Infraestrutura. Ao todo, o processo pode durar até dois anos, para efetivar a mudança de empresa.

Para o vereador Prof. João Rocha, que desde 2017 luta para que a obra de ampliação da maior rodovia do país saia finalmente do papel, o avanço no processo de relicitação deve ser comemorado. “Estamos no caminho certo para finalmente termos nossa mais importante rodovia duplicada. O ideal seria não ter passado por tudo isso, mas temos que buscar soluções e colaborar no processo. Fiscalizaremos para que essa nova licitação faça essa obra ser concluída o mais rápido possível, como a população merece“, disse o parlamentar, que questionou durante seu mandato o valor cobrado de pedágio.

Segundo a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), o conselho fará análise quanto ao caráter prioritário do empreendimento e, posteriormente, qualificação no PPI (Programa de Parceria de Investimentos) por decreto do Presidente da República.

A autorização presidencial para a relicitação da BR-163 tem prazo máximo de dois anos, durante os quais, a CCR continua atuando, com direito de continuar a cobrança do pedágio.

Com a relicitação, a rodovia passará a ser administrada por outra empresa concessionária. Caso contrário, a BR-163 pode voltar a ser operada pelo DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte), que cuida das rodovias não privatizadas.

De acordo com João Rocha, “só acho uma pena que, durante o processo de relicitação, as obras de duplicação precisem ficar suspensas, mas este é um mal necessário. Afinal, essa é a única forma de retomarmos a duplicação completa da via, pois ela é importante não apenas para a logística do Estado, mas para a segurança dos motoristas”, afirmou.

Longa luta – A Câmara de Vereadores tem buscado, desde 2017, interlocução com a empresa. Uma audiência pública foi realizada na Casa de Leis com vereadores de diversas cidades que margeiam a BR-163. Eles pediam a retomada dos trabalhos de duplicação ou, pelo menos, a suspensão da cobrança do pedágio caso as obras não fossem retomadas.

As reivindicações foram levadas até o MPF (Ministério Público Federal) com pedido de reavaliação da cobrança do pedágio, já que, à época, as obras estavam paralisadas.

Em novembro de 2019, uma decisão da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), publicada no Diário Oficial da União decretou uma redução média de 53,94% na cobrança do pedágio, por conta o descumprimento do contrato de concessão por parte da CCR MSVia.

Desde o início da concessão, assinada em 12 de março de 2014, apenas pouco mais de 150 dos 845 quilômetros da rodovia foram duplicados pela CCR MSVia. A empresa, por outro lado, alega que o Governo Federal deixou de repassar empréstimos previstos na concessão, o que inviabilizou as obras.

Sobre a rodovia – A BR-163 tem 845,4 quilômetros de extensão e cruza todo o Mato Grosso do Sul, desde a divisa com o Paraná, ao Sul, na cidade de Mundo Novo, até a divisa com Mato Grosso, ao Norte, na cidade de Sonora. A rodovia passa por 21 municípios, entre eles a capital, Campo Grande, e serve a mais de 1,3 milhão de habitantes.

 

Assessoria de Imprensa do Vereador

Vereador Otávio Trad defende retorno de sessão presencial

A menos de dois meses para o fim da 10ª Legislatura da Câmara Municipal de Campo Grande, o vereador Otávio Trad (PSD) defende o retorno das sessões presenciais seguindo as medidas de biossegurança para a prevenção do Covid-19.

“Assim como iniciamos em 2017 dentro do plenário, temos que terminar 2020 dentro do plenário. Essa legislatura merece pelo trabalho que desenvolveu nesses quatro anos”, disse durante a sessão desta terça-feira (17).

Segundo o vereador, a estrutura da sessão presencial favorece o dinamismo do trabalho legislativo. “Peço que o retorno das sessões presenciais seja feito o mais rápido possível, tendo em vista estarmos no final do mandato e termos assuntos importantes para discutir”, solicitou.

O presidente da Câmara Municipal, vereador João Rocha (PSDB) informou que está sendo analisadas medidas para o retorno das sessões presenciais.

Videoconferência – A sessão remota, sem a presença dos vereadores em plenário, teve início no segundo semestre de 2020, em agosto, como uma medida de prevenção a pandemia do Covid-19.

#PraCegoVer: Fotografia. Vereador Otávio Trad, visto da cabeça até a cintura, sentado em frente a uma mesa com o celular, de camisa preta, acompanhando a transmissão online da sessão. Ao fundo três quadros com paisagem de cidades. Fim da descrição.

Assessoria de Imprensa do Vereador

De 27 vereadores da Capital, só 12 se reelegem; veja como fica a Câmara em 2021

A Câmara Municipal de Campo Grande será renovada pelos próximos quatro anos. Dos 29 nomes dos últimos quatro anos, 58,62% foram substituídos para o quadriênio 2021-2024. São 17 novos vereadores ocupando 29 cadeiras.

Dos 29 vereadores que terminam o mandato deste ano, somente 12 se reelegeram. André Salineiro (Avante) e Vinicius Siqueira (PSL) estavam na disputa pelo Poder Executivo.

Tiago Vargas, candidato do PSD, foi o mais votado com 6.202 votos. Carlos Borges, o “Carlão”, foi o candidato reeleito com mais votos, totalizando 4.836.

Campo Grande News

Marquinhos Trad recebe 218,4 mil votos e é reeleito prefeito de Campo Grande no 1º turno

 (PSD) recebeu 218,418 mil votos e é reeleito prefeito de Campo Grande com 52,58%, segundo apuração das eleições 2020. Em segundo lugar, Sérgio Harfouche (Avante) recebeu 11,58% (48.094 votos) e Pedro Kemp (PT), em terceiro, com 8,32% (34.546 votos).

Agora reeleito, o prefeito acompanhou a apuração na casa de sua mãe e disse que, após a divulgação do resultado, iria para seu comitê de campanha na . A divulgação do resultado sai quase 4 horas depois do fim da votação, depois de falhas no sistema.

Antes de se dirigir à sede da campanha, Marquinhos está no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) com a vice-prefeita reeleita, Adriane Lopes (Patriota).

Vinícius Siqueira (PSL) teve 8,20% (34.066 votos); Delegada Sidnéia Tobias (Podemos), 4,60% (19.103); Marcio Fernandes (MDB), 3,01%; (12.522); Esacheu Nascimento (PP), 2,45% (10.170); João Henrique (PL), 2,44% (10.123),  (SD), 1,90% (7.899 votos); Dagoberto Nogueira (PDT), 1,57% (6.507 votos); Guto Scarpanti (Novo), 1,16% (4.811 votos); Cris Duarte (PSOL), 1,11% (4.621); Marcelo Bluma (PV), 0,64% (2.657),  Paulo Matos 0,45%. (1.884).

Biografia

Aos 56 anos, filho de Nelson Trad e Therezinha Mandetta, Marquinhos é casado e tem quatro filhas. Advogado, ele é formado em Direito pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e foi eleito prefeito pela primeira vez em 2016, quando obteve 58,77% dos votos no segundo turno contra Rose Modesto (PSDB).

Já foi conselheiro da OAB/MS, presidente do Tribunal de Justiça Desportiva de Mato Grosso do Sul e professor universitário. O prefeito reeleito iniciou a carreira política como vereador em 2004 e permaneceu na Câmara Municipal por dois anos, porque, em 2006, se elegeu deputado estadual. Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul permaneceu até 2016, após consecutivas reeleições.

O primeiro mandato como chefe do Executivo municipal, que termina em 31 de dezembro de 2020, foi marcado por retomada de obras e projetos, como a reestruturação do Centro de Campo Grande. O segundo mandato começa em 1º de janeiro e vai até 31 de dezembro de 2024.

Midiamax/ Mayara Bueno