É uma tônica deste governo nomear pessoas dispostas a desqualificar o setor pelos quais são responsáveis. É o caso do novo secretário da Cultura, que tem dito continuamente que será responsável por uma guerra ideológica, que ofendeu um dos maiores ícones das artes brasileiras — diz o deputado Marcelo Calero (Cidadania-RJ), ex-ministro da Cultura do governo Temer. — Ele precisa prestar esclarecimentos urgentes ao Congresso Nacional, para dizer se estará no cargo para agregar ou desagregar, como seu comportamento vem demonstrando.