Dentre os membros, sete não tem qualquer planejamento ou estratégia para mitigar os efeitos.

O documento propõe diversas saídas para compensar o atraso da última década e garantir o cumprimento do Acordo de Paris até 2030, como a descarbonização do setor de energia, a eletrificação do transporte e do aquecimento e a transição energética para tecnologias sustentáveis.

O custo, no entanto, é expressivo e exige planejamento: medidas como as sugeridas custariam até US$ 3,8 trilhões aos governos entre 2020 e 2050, uma média de US$ 126 bilhões por ano.