Com a escalada nos custos de exames, consultas, internações e insumos, o Brasil deve fechar o ano com 17% de alta na inflação médica, que mede os custos do setor. O percentual equivale a cinco vezes a inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), de acordo com estudo da consultoria global Aon.

O levantamento mostra  que o Brasil é o quarto país no mundo com a maior distorção na inflação da saúde, fica atrás apenas de Costa do Marfim, Uganda e Malásia.

Veja quais são as previsões para 2020 da inflação médica dos planos de saúde e o que as empresas propõem para resolver o problema em reportagem exclusiva para assinantes do GLOBO.