Campo Grande, 26 de setembro de 2021

Boca Juniors pode curar ferida da Libertadores com virada sobre River

O gol da vitória sobre o Gimnasia e do título argentino foi o grande momento de Carlitos Tévez desde seu retorno à Bombonera. Mais, desde que conduziu a Juventus à final da Champions League de 2015, contra o Barcelona, Tévez não tinha um momento tão especial. No sábado (29), o River poderia manter três pontos de vantagem sobre seu adversário histórico e, para isso, bastava vencer o Defensa y Justicia no Monumental de Nuñez. Empatou. Com isso, passou a precisar da vitória sobre o Tucumán, fora de casa. O empate por 1 x 1, com gol perdido por Scocco no segundo tempo, combinado com a vitória xeneize, garantiu o troféu ao Boca Juniors.

A virada histórica mantém o tabu de Marcelo Gallardo, maior treinador da história riverista, não ganhar o título nacional. Ele ganhou Copa Argentina, Copa Sul-Americana, Libertadores duas vezes, uma delas contra o Boca Juniors, em Madri, mas não consegue o troféu local.

Pior, os dois empates seguidos permitiram ao Boca Juniors a recuperação moral depois da perda da Libertadores de 2018. Lembre-se de que, depois da derrota de Madri, o Boca trocou o técnico Guillermo Barros Schelotto por Gustavo Alfaro e este foi trocado por Miguel Angel Russo depois de perder a semifinal da Libertadores de 2019, também para o River Plate.

Perder para o grande rival deixou cicatrizes eternas nos boquenses.

Virar e ser campeão na última rodada ajudará a fechar um pouco essas cicatrizes. Abrirá outras no Monumental de Nuñez.

Blog do PVC

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