Campo Grande, 21 de setembro de 2021

A galope, Arrasca curte o Rio e a fase no Flamengo: “Sentimento de pertencimento ao clube muito grande”

Não é só uma questão de nome. É paixão e identificação. O Giorgian por trás do ídolo que os cariocas transformaram em Arrasca. Apelido que pegou até no Uruguai e ajuda a entender o sucesso com a camisa do Flamengo do menino que cresceu entre bolas e cavalos. Não à toa, foi batizado em homenagem àquele que mais deu alegrias ao pai no turfe.

O sorriso fácil que acompanha os gritos de “Arraxxxca” com sotaque puxado do Rio De Janeiro supera a timidez do meia que trocou o medo de ser jóquei pelo talento no futebol. Sábado, em Lima, o camisa 14 tem o maior desafio da carreira: vencer o River Plate e erguer a Libertadores, dando sequência ao legado do nome mais vitorioso da família De Arrascaeta: Giorgian.

– É um nome único. Era um cavalo que tive por muitos anos e me deu muitas alegrias na vida. Venci corridas importantes – explica Alfredo, patriarca e jóquei de sucesso no turfe uruguaio.

Arrascaeta tem quatro cavalos: três de corrida e um novo Giorgian — Foto: Arquivo Pessoal

Arrascaeta tem quatro cavalos: três de corrida e um novo Giorgian — Foto: Arquivo Pessoal

O sonho de seguir os passos do pai ficou pelo caminho. Uma fratura de braço de Alfredo fez com que o pequeno Giorgian optasse por um esporte menos “perigoso”. A paixão por cavalos, no entanto, segue intacta para o dono de Scalado, Kemey, Yesse Yoeee (todos de corrida) e… um novo Giorgian:

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