Campo Grande, 22 de setembro de 2021

Em quarentena, presidente do Atlético-MG comenta paralisação e demissões: “Ninguém é eterno”

Já em processo de isolamento voluntário, o presidente Sérgio Sette Câmara comanda o Atlético-MG de casa. O mandatário tomou atitudes relevantes na última terça-feira, ao assinar a demissão de seis profissionais do clube: o auxiliar James Freitas, o preparador de goleiros Chiquinho, os observadores Bernardo Motta e Neguete, além dos seguranças Jorginho e Lúcio Fábio. Sobre essas mudanças, disse ser algo natural e que passa pela chegada de Sampaoli e Alexandre Mattos.

– Acho isso natural. Os profissionais, tanto Sampaoli e Alexandre, conversamos no ato da contratação dos dois, e eles falaram que gostariam de fazer mudanças no corpo técnico. Gostariam de trabalhar com pessoas da confiança deles. Isso acontece, é natural. Algumas pessoas estavam há mais tempo no Atlético, mas ninguém é eterno. Isso faz parte do nosso cotidiano – afirmou o presidente do Galo, em entrevista à rádio Itatiaia.

Bernardo Motta fazia parte da comissão técnica e chegou a ser auxiliar de Thiago Larghi em 2018. Já tinha também bom tempo de casa, ocupando o cargo de observador técnico. Neguete havia retornado ao Atlético recentemente. O ex-zagueiro do clube vinha de trabalho na base, responsável por monitorar o desempenho dos jogadores emprestados e era também observador técnico. Lúcio Fábio e Jorginho, também antigos no Galo, eram integrantes da segurança do futebol profissional, chefiada por Moacyr Guedes Jr. e que ainda tem Wanderson Dener e William Lobo.

Coronavírus

O Atlético-MG suspendeu as atividades de todas as equipes, na Cidade do Galo, em também entrou em regime de “home office” na sede administrativa, com portões fechados nos clubes sociais – Vila Olímpica e Labareda. Sette Câmara comentou sobre a atitude, revelou ele mesmo estar recluso na residência e ainda disse estar dentro do grupo de risco por ter baixa imunidade.

– Existe um grupo de risco, que são pessoas acima dos 50, 60 anos. Pessoas com hipertensão, diabetes e com questões que possam reduzir imunidade. Tenho situação hereditária, tomo vacina biológica, tenho imunidade baixa. Me incluo no grupo de risco, seja pela idade, seja principalmente por esta questão, um reumatismo que eu tenho que cuidar há alguns anos.

Por GloboEsporte.com — Belo Horizonte

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