Entre os locais liberados para reabrir estão também bibliotecas, museus e outras atrações turísticas. A autorização foi confirmada em um documento do governo. Segundo levantamento da universidade americana Johns Hopkins, a China tem 83.976 casos de Covid-19 e 4.637 mortes, mas nas últimas semanas vem registrando poucas infecções, em geral de pessoas que chegam do exterior ou portadores assintomáticos.
Os 70 mil cinemas chineses fecharam no final de janeiro com o objetivo de impedir a propagação da Covid-19. A decisão afetou seriamente a indústria cinematográfica do país. Com a reabertura, os espaços terão que receber um número de visitantes limitado.
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O documento também recomenda a reabertura de todos os hotéis, restaurantes, lojas e supermercados que ainda estavam fechados. No entanto, eles devem exigir o uso de máscara pelos visitantes, além de uma distância segura entre eles. Na China, a maioria dos trabalhadores voltou ao trabalho e algumas escolas foram reabertas.
A China conseguiu controlar a expansão da pandemia com uma quarentena total na província de Hubei e sua capital, Wuhan, onde a doença surgiu no final do ano passado. Em Wuhan, as atividades foram parcialmente retomadas no início de abril.
O território chinês semiautônomo de Hong Kong, por sua vez, também começou a aliviar as medidas de restrição nesta sexta-feira. A medida autorizou a reabertura de bares, academias, salões de beleza e cinemas.
A maioria dos bares e boates havia sido fechada no início de abril, enquanto a região enfrentava uma segunda onda de contaminação, que foi relacionada a retornos de pessoas vindas da Europa e dos Estados Unidos, onde a pandemia estava em crescimento.
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No entanto, as autoridades da cidade conseguiram testar e rastrear grande parte dos cidadãos. Isso permitiu isolar os infectados e suas famílias rapidamente. Com uma população de 7,4 milhões, Hong Kong registra mil casos e quatro mortes.
AFP






