Campo Grande, 5 de novembro de 2026

O delegado de elite que é suspeito de trocar cocaína apreendida por amido e desviar droga a grupo ultraviolento ligado ao PCC

Por Mirian Machado, g1 MS — Mato Grosso do Sul

Um delegado que já comandou duas das principais unidades especializadas da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul é suspeito de usar o próprio cargo para desviar cerca de duas toneladas de cocaína apreendidas em operações policiais e entregar a droga a uma organização criminosa ligada ao PCC e ao Primeiro Grupo Catarinense (PGC).

Segundo a Polícia Federal, Hoffman D’Ávila Cândido e Sousa teria obtido pelo menos R$ 15 milhões com a venda do entorpecente retirado do depósito da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar), em Campo Grande. A investigação também aponta que ele acumulou veículos, uma mansão de alto padrão no condomínio Alphaville, na Capital, e um sítio em Pirenópolis, em Goiás.

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