Depois de avançar na primeira colocação do grupo B do Pré-Olímpico de Basquete de Split, o Brasil faz a semifinal do torneio contra o México neste sábado, às 7h30 (horário de Brasília). Quem passar pega o vencedor do duelo entre a Alemanha, líder do grupo A, e a anfitriã Croácia, que se enfrentam às 11h. A decisão será no domingo às 14h30, e apenas o campeão garante vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio.
– Temos que entrar com a mesma energia que jogamos contra a Croácia. Eles (mexicanos) têm bons atiradores, foram muito bem nos jogos contra a Alemanha e na vitória sobre a Rússia. Será um jogo difícil, mas acreditamos no nosso time e se jogarmos com a mesma energia e qualidade do último duelo, temos tudo para fazer a final – disse Bruno Caboclo.
Considerada a terceira força da sua chave, o México surpreendeu ao vencer a Rússia por 72 a 64 na segunda rodada e ficar com a segunda colocação do grupo A. Os mexicanos contam ainda com o cestinha do torneio, Francisco Cruz, dono de uma média de 25,5 pontos por partida.
Outra arma do adversário do Brasil deste sábado é Gustavo Ayon, que tem média de 14.5 pontos por jogo. A importância da dupla é tanta que os pontos marcados por Cruz e Ayon nas duas partidas do México na primeira fase representam 60% da pontuação mexicana até aqui no torneio.
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Benite faz o arremesso na partida contra a Croácia — Foto: Divulgação/FIBA
O México também se destaca nos rebotes ofensivos, tendo a maior média do Pré-Olímpico de Split, com 15,5 execuções do fundamento por jogo.
Pelo lado brasileiro, o time aposta no bom momento na competição, sem deixar se acomodar com os bons resultados obtidos na fase de grupos. Para o técnico Aleksandar Petrovic, a vitória sobre a Croácia foi um dos melhores jogos do Brasil nos últimos quatro anos.
– Tivemos energia suficiente para parar todos os jogadores importantes da Croácia para não terem chutes fáceis. Nossa segunda unidade jogou a defesa perfeitamente, aproveitou os erros da Croácia. Por 37 minutos, foi o melhor jogo meu como técnico do Brasil em quatro anos, melhor até do que na vitória sobre a Grécia na Copa do Mundo. Mas, para mim, é um triunfo só. Temos dois jogos pela frente e que são importantíssimos. Para jogar bem, precisamos esquecer essa vitória – ressaltou o treinador.
Por Redação do ge — Split, Croácia






