Campo Grande, 2 de maio de 2026

Cristiano Ronaldo volta à Itália como esperança no centro europeu do vírus

O voo de Cristiano Ronaldo procedente da Ilha da Madeira desceu no aeroporto de Turim às 22h20 de segunda-feira (4). Levou-o de volta para a sede da Juventus, que pretende conquistar o nono campeonato italiano consecutivo e a sexta Champions League de Cristiano. Se conseguir, igualará o recorde do histórico ponta esquerda do Real Madrid, Gento. Só que o português pode ter a vantagem de conquistar por três clubes diferentes. Se ganhar e… se houver Champions League.

Entre sábado e domingo, a Itália registrou 174 mortes. Número alto demais, mas o menor desde 14 de março. A Itália segue sendo o epicentro europeu do vírus, o segundo país do mundo em óbitos, atrás apenas dos Estados Unidos. O retorno de Cristiano Ronaldo de Portugal é sinônimo de esperança.

Sua quarentena na Ilha da Madeira foi da obstinação. Poderia se dizer o mesmo de Neymar, que viajou para Mangaratiba para treinar em sua casa no condomínio Porto Belo. Acontece que a imagem que Neymar construiu em toro de si é bem diferente, hoje em dia, da que Cristiano sedimentou. O português é o foco, o trabalho.

O Nacional da Ilha da Madeira foi o primeiro clube português a retornar aos treinos, em 13 de abril. No dia seguinte, Cristiano Ronaldo estava lá. Com o estádio da Madeira aberto, entrou para trabalhar, ficou perto de duas horas e, no final da atividade, pediu ao goleiro Felipe Gonçalves para trabalharem juntos. À distância.

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