“A maioria vem só para se divertir, são poucos desordeiros. Mas nós os colocamos na rua, em parte a culpa é nossa”, afirma, se referindo ao fechamento dos estabelecimentos.

Diante do argumento de que a chegada de turistas é inevitável, o infectologista da Universidade de Miami reitera a importância de não relaxar as medidas de proteção, mesmo que não sejam exigidas por lei.

“Sei que não há restrições em restaurantes e outros locais, mas temos que ser conscientes, usar máscara, manter uma distância de dois ou três metros e evitar aglomerações”, finaliza.