Dono da SAF quer título da Libertadores e sabe que empresa precisa dar lucro e que resultado favorável virá do maior engajamento da torcida com espetáculos oferecidos pelo time
Por Gilmar Ferreira — Rio de Janeiro/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_1f551ea7087a47f39ead75f64041559a/internal_photos/bs/2024/Q/A/Ee9AGvSweYI1df8JzSAw/53663537536-76ad511782-k.jpg)
Me conta uma boa fonte que, em um recente bate-papo em um dos camarotes do Nilton Santos, na presença do presidente Durcesio Mello e do apaixonado João Moreira Salles, o americano John Textor mostrou-se obcecado pelo desejo de ver o Botafogo no Interclubes da Fifa a ser disputado a partir de 30 de novembro. Uma obsessão verbalizada pelo milionário na presença de outros interlocutores, e antes mesmo de ele encerrar as ações de mercado na janela para reforços.
Isso pode ser traduzido da seguinte forma: o Botafogo entra em campo para enfrentar o São Paulo hoje, pelas quartas de final da Libertadores, no seu estratégico “tapetinho”, com um hipotético maçarico aceso sobre as costas de seus jogadores. Se isso é bom ou ruim, se aumenta a pressão e gera ansiedade, não se pode dizer ao certo. O fato é que Textor não está satisfeito em ser apenas o líder do Brasileiro. É o que está sendo trabalhado nos bastidores do clube.
Portanto, o discurso corporativo sustentado pelo CEO da SAF alvinegra, Thairo Arruda, na reunião da última segunda-feira, alinhando à “Cultura Botafogo” implantada na “Era Textor”, é só a parte mais visível do projeto de modernização da instituição. O dono do futebol alvinegro sabe que a empresa precisa dar lucro e que este resultado favorável virá do maior engajamento da torcida com espetáculos oferecidos pelo time. Para fechar o ciclo virtuoso, precisa das grandes conquistas.
Vegetti jogou com febre contra o Flamengo
O Vasco tem um problemaço para a preparação do time que enfrentará o Palmeiras, domingo, em Brasília, pela 27ª rodada do Brasileiro. O artilheiro Vegetti contraiu uma virose, amanheceu com febre e está em repouso, combatendo a prostração. O argentino já foi a campo no domingo em estado febril e só participou do clássico contra o Flamengo por saber da importância dele para o time do técnico Rafael Paiva.
Prestes a completar seus 36 anos, Vegetti demonstrou comprometimento, virtude já conhecida. Em fevereiro, ele enfrentou o mesmo Flamengo com 30% do condicionamento físico por ter uma fissura na costela. E, no mês passado, fez alguns jogos com incômodo no músculo da coxa. Tais gestos não fazem parte do protocolo recomendável para atletas de excelência. Mas mostram a empatia com a causa do clube. Um monstro, esse Vegetti.





