Campo Grande, 2 de maio de 2026

Testes rápidos do coronavírus: tire dúvidas sobre a venda em farmácias, qual uso indicado e o que se sabe sobre a eficácia

Farmácias e drogarias poderão realizar testes rápidos para o novo coronavírus no Brasil. A decisão é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e foi anunciada nesta terça-feira (28). Com isso, os exames deixam de ser feitos de forma exclusiva por hospitais e clínicas.

Abaixo, veja perguntas e respostas sobre o assunto:

  • O que são os testes rápidos?
  • Qual a diferença entre testes rápidos e moleculares (rRT-PCR)?
  • O teste rápido substitui outros tipos de exame?
  • Existe um período ideal para fazer o teste rápido de farmácia?
  • Considerando o uso correto, para quais perfis de casos eles devem ser usados?
  • Qual a estimativa de preço?
  • Qualquer farmácia vai poder fazer o teste rápido?
  • O que significam as siglas nos dispositivos de teste rápido?
  • Qual o nível de confiança ou eficácia dos testes rápidos?
  • Como os testes rápidos estão sendo usados pelo mundo?

O que são os testes rápidos?

São exames que detectam se o paciente adquiriu anticorpos para o vírus. Eles são feitos com uma picada no dedo da pessoa que vai ser testada ou com uma coleta tradicional de sangue em laboratório. A amostra vai para um pequeno dispositivo, semelhante a alguns dos tipos de testes de gravidez ou de glicemia.

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