Contra o Haiti, Vini Jr teve boa participação em função imaginada pelo técnico para o astro
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Em dois jogos na Copa do Mundo, Carlo Ancelotti já utilizou oito dos nove atacantes convocados. E contra o Haiti, ensaiou o Brasil para a volta de Neymar, que será preparado para enfrentar a Escócia.
Como Vini JR por dentro, a seleção apresentou nova dinâmica e o camisa sete atuou na posição que o treinador imagina para o camisa 10.
Desde que convocou Neymar, o italiano disse que pretende usá-lo por dentro, como falso nove. Neste caso, a formação contra o Haiti é um sinal. Mas a resposta dos demais atacantes é outro.
Nesse momento, concorrer com Vini Jr é fora de cogitação para Neymar. Ancelotti também descarta usá-lo por fora, como um extremo. A única vaga que sobraria seria no lugar do centroavante.
Depois de uma estreia ruim de Igor Thiago, Matheus Cunha fez ótimo jogo e marcou dois gols. Com dinâmica e fechando espaços, também fez papel de meia. Vai ficar ruim para Neymar também por aí.
A outra alternativa seria usar o camisa 10 como um terceiro homem de meio-campo, na vaga hoje ocupada por Paquetá, que voltou a jogar bem pelo lado esquerdo.
A única opção
O problema é que Neymar não tem físico para recompor e fechar espaços. Caso Vini seja deslocado para a esquerda, no esquema com quatro atacantes, Neymar pode jogar no comando do ataque.
Assim, Paquetá sairia, com o quarteto tendo ainda Cunha e outro atacante pela direita. Raphinha é o titular, mas deve ficar fora contra a Escócia, por lesão. Luiz Henrique, Rayan e Endrick disputam a vaga.
Nessa posição mais aberta, Neymar também não atuaria. Ou seja, está no fim da fila na disputa, até por voltar de lesão em que ficou um mês sem jogar.
O camisa 10 será integrado ao grupo no domingo, e ainda precisa aprimorar a forma física em campo. Mesmo que viaje para Miami para enfrentar a Escócia, é arma preparada para a fase de mata-mata.






